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Cerveja Trapista

Ajude o Home Brew Talk Brasil:

MacBozo

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26/5/14
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Pessoal, tudo bem?
Quero aproveitar esta área pra compartilhar um link que conheci falando de uma cerveja que parece ser sensacional (diz ser uma das melhores do Mundo): a cerveja Trapista Westvleteren Abt 12.

Como eu nem sabia que existia esse tipo de cerveja (Trapista), foi bem legal conhecer esta história.

Depois de ver um vídeo deste, fala se não dá vontade pre fazer uma cerveja com um sabor e qualidade deste nível!?

Segue abaixo o link falando das origens:
http://youtu.be/laHV8Imopq0?list=UUJ8pArtBzPnfiBy07VDVvbg


E este link da degustação:
http://youtu.be/7AFq-uU9pNo?list=UUJ8pArtBzPnfiBy07VDVvbg


Eu achei fantástico este trabalho apresentado pelo Gilvan. Esse é o motivo pelo qual estou divulgando o trabalho dele aqui. :)

Abraço a todos.
 

celiougo

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26/6/14
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é o meu tipo preferido...
mas nunca tentei fazer
por enquanto só APA e BS e algumas variações das mesmas

trapista, quando da vontada só pagando 40 dilmas por uma aki onde eu moro
 

MacBozo

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26/5/14
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é o meu tipo preferido...
mas nunca tentei fazer
por enquanto só APA e BS e algumas variações das mesmas

trapista, quando da vontada só pagando 40 dilmas por uma aki onde eu moro
Dói no bolso né. Infelizmente no momento não está dando.
Então o jeito é fazer uma pra ver como é que fica. Acredito que se fizer com carinho deva ficar bacana.
Quem está a fim de tentar? :rockin:
 

awilian

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23/8/14
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Camarada, eu estou a fim.
Vamos estudar algumas receitas e definir uma que seja bacana?
Vou dar uma olhada neste teu link (que eu não conhecia) e tirar algumas conclusões.

Abraço.
Eu ainda não tenho know how pra isso... Estou começando a montar meu kit agora.. Heheh..

Mas com certeza irei acompanhar o tópico!! [emoji2]
 

BenedictusBeer

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19/3/14
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Eu morei um ano na Bretanha Francesa e comprava qualquer uma das trapistas por alguns euros em qualquer mercado. As cervejas de abadia (como as trapistas, mas sem o selo trapista) eram ainda mais baratas. Uma caixa de Leffe com 12 garrafas de 6 estilos diferentes não passava de 9 euros. Uma garrafa de 750ml da Leffe Royale, que eu nunca nem vi aqui no Brasil, custava uns 4 euros. La Guillotine, que eu já encontrei aqui por 30 dilmas, era vendida no conveniência do indiano perto da minha casa por 2.50 euros. Era uma vida boa. Eu era muito feliz!
 

caralegal

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8/9/14
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Como to meio por fora de como fazer
vou acompanhar aqui neste tópico o andamento :)
 

Kbid

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14/8/14
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Tem um livro chamado "brew like a monk" do Stan Hieronymus que fala bastante sobre esse assunto. Além de ter uma parte bem interessante sobre a história dos monastérios trapsitas e suas cervejas, dá boas dicas sobre os estilos, uso de açucar (que é muito comum nessas cervejas) regimes de fermentação e receitas...Na amazon.com está com bom preço. Recomendo!
 

motammg

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23/6/14
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Galera, pra quem não tem o livro ou não pode comprá-lo por algum motivo, nesse artigo do BYO tem um resumão sobre o livro brew like a monk:

https://byo.com/stories/item/636-fermenting-belgian-style-beers

Edit:

Achei muito interessante esse outro link, com o autor do artigo explicando sobre a complexidade dos sabores das cervejas trapistas e o açucar utilizado. Quem está planejando uma belga deveria ler:

http://brewvana.wordpress.com/2010/06/10/the-secrets-of-making-belgian-trappist-ales/

obs: Nunca fiz uma belga, será a minha próxima produção. Portanto não posso falar o quanto essas "dicas" funcionam ou não.
 

BenedictusBeer

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19/3/14
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Eu tenho o Brew Like a Monk e recomendo. Ele não é um livro de receitas, mas sobre os fundamentos das cervejas belgas, para você poder criar suas próprias dubel, tripel, strong golden, etc. O livro conta a história das grandes cervejarias trapistas, comenta a receita das cervejas de maior sucesso, discute os ingredientes, processos, desfaz uma porção de mitos, etc. No final, você termina o livro sabendo que uma cerveja belga não é algo tão complexo nem tão difícil de fazer.
 

MacBozo

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26/5/14
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Benedictus, pelo que vc está dizendo esse livro deve ser realmente show de bola.
Quem dera eu soubesse ler e entender o Inglês tão bem como vc.
 

alanlisboa

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24/6/14
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Pena que no nosso universo cervejeiro não tenhamos os mesmos projetos nerds dos fãs de games... lá as próprias comunidades criam versões de tradução compartilhada dos livros, games e assemelhados...
 

Marchi

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6/6/14
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Verdade Alan, mas não podemos esquecer o excelente trabalho realizado pelos fãs brasileiros com o livro do Palmer.
 

motammg

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23/6/14
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E tem a questão de plágio neh cara... Pra isso precisariamos de autorização do autor. Nem sei se o livro do palmer em portugues teve autorização, mas seria o modo correto de se fazer as coisas.
 

Masiero

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27/8/14
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Olá pessoal,

No que deu a receita? alguém fez alguma trapista?

Estou ansioso aqui esperando por comentários e experiências antes de me aventurar num clone da Westvleteren XII.

Saudações cervejeiras,
 

tiefensee

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13/10/14
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Tive o imenso prazer de poder tomar a famosa Trapista Westvleteren Abt 12 (é verdade que por um preço não tão prazeroso, 12 euros), que achei num café bem escondido pelas ruas de bruxelas, através de um blog de um brasileiro (infelizmente não tenho o link ou nome do blog pra dar os devidos créditos)

Um pouco do que sei sobre a história deste monastério, e um pouco dos outros.

Em monastérios, pelo voto de pobreza dos monges, não se pode fazer cerveja para se ter lucro. Sendo assim, todo o dinheiro arrecadado é investido em melhora de equipamentos / processos e em ações de caridade. Com o aumento de demanda das cervejas Trapistas (denominação controlada) no mundo, criou-se nos monastérios o que a Westvleteren chama de círculo vicioso. Produz-se mais, vende-se mais, ganha-se mais dinheiro. Como ninuguém pode ficar com esse dinheiro, o monastério converte ele em modernização e ampliação dos processos produtivos. Consequentemente, ganham mais dinheiro, e o que fazem com esse dinheiro? modernizam e ampliam a produção. O que gera mais dinheiro. E o que fazem com esse dinheiro? modernizam e ampliam a produção... e assim sucessivamente. Segundo a Westvleteren, isso faz com que o monastério não vire mais só uma entidade religiosa, mas também uma fábrica de cerveja. Sendo assim, eles possuem funcionários normais trabalhando + monges supervisionando (o que é obrigatório para se ter o selo trapista).
O que a Westvleteren diz é não querer entrar neste círculo vicioso, pois o monastério deles deve ser um espaço religioso, e não uma fábrica de cerveja. E, segundo eles, eles não querem mudar isso. Inclusive eles interromperam a produção por alguns anos há algum tempo atrás. Sendo assim, não possui produção em tão grande escala (apesar de já estar maior), suas garrafas não possuem rótulo (apenas as caixas) e elas não são distriuidas por redes de distribuição. Reza a lenda que para se comprar a Westvleteren, tens que agendar hora no monastério e passar o nome do condutor e a placa do carro, e mesmo assim a cota de garrafas que cada condutor pode levar é pequena (não posso atestar a veracidade da informação, pois não fui ao monastério).
Outra coisa que dizem lá pela Bélgica também, é que quando a Westvleteren parou de produzir, um dos empregados pediu autorização para replicar a receita da "melhor cerveja do mundo", a Westvleteren Abt 12. Esta cerveja então teria sido replicada pela St. Bernardus, a St. Bernardus 12 (http://www.theperfectlyhappyman.com/uploads/st-bernardus-abt-12.jpg).
Se é verdade ou não, eu não sei, pois só fiquei sabendo desta história depois de já ter comprado minhas cervejas para trazer de volta ao Brasil, e a St. Bernardus que eu tinha comprado tinha sido Tripel, rótulo verde, que também é muito boa.

Agora, a melhor parte da cerveja por estas bandas realmente é o preço. Inclusive as trapistas. Em supermercado, é raro alguma que passe dos 2 euros, e as trapistas são pouca coisa mais caras que as outras do mesmo estilo. Cheguei a pagar 1,29 euros na holanda pela La Trappe, que aqui não sai por menos de R$ 16,00.
 

Luccasm

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29/1/14
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Eu vi em algum lugar contando a história desse monastério, das garrafas limitadas, vendas limitadas por pessoa, etc.. teve um cara que ate trouxe umas pro Brasil, mas não lembro onde li.
Se achar o link posto aqui.
 

tiefensee

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13/10/14
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Achei o Blog - http://screamyell.com.br/blog/2013/06/29/de-bar-em-bar-em-bruxelas/

Ali ele fala do bar Aux Bonx Vieux Temps. Foi lá que fui, e lá tem a cerveja.

O que posso afirmar COM CERTEZA é que é uma cerveja muito difícil de ser encontrada mesmo. Não encontra nem em bares nem em supermercado, nem mesmo na Bélgica. Não sei o que esse bar faz pra conseguir ter estoque, mas o que importa é que tem e com certeza vale a experiência. Vale muito também tomar a lambic do Mort Subite no próprio Morte Subite. Quando fui, tomei a Blanche, que não é tão ácida e azeda, com bastantes notas de baunilha
 
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